junho 21, 2007
irresistível
junho 20, 2007
junho 17, 2007
junho 15, 2007
junho 14, 2007
tenho sempre esta vontade de ser pássaro
... e normalmente é o voo transparente que me agarra e leva. Hoje, nesta ilustração da sara fanelli, é o chão vermelho ( céu e casa também ) e o divertido despenteado das penas. É o azul forte e o fogo, os olhos de gente, as pernas altas de outra coisa qualquer: voam no chão, os/a três.junho 13, 2007
junho 10, 2007
conta-me um conto que nunca contasses a ninguém
A voz ( e o corpo ) falante pertence à Cristina Paiva. A sonoplastia é do Fernando Ladeira. Juntos são a Andante que, de lugar em lugar, anda com as palavras às costas para que à volta da língua nos encontremos. É notável e único o seu trabalho. Feliz notícia a deste blog de ouvir.
junho 08, 2007
son(h)o
junho 07, 2007
junho 01, 2007
o jardim do mundo


Os Jardins da Fundação Gulbenkian estão em festa feliz. De hoje a 8 de Julho, em todas as sextas, sábados e domingos acontece uma espécie de segunda Primavera, feita por muitas pessoas para muitas, muitas outras. São ao todo seis fins de semana cheios de eventos que convidam a fazer, a ver, a estar (muito) bem, seguindo a linguagem maior desta instituição - a das artes. Trazendo-a para o jardim, assim, em bando solto como as papoilas, cumprem-se ambos mais ainda: as artes e o jardim. Soa a vida. Faz-se o mundo, nasce a sério, porque se enche de gente. Aqui, um resumo do que está a acontecer. Quando chegamos, há mapas e calendários precisos para que nos guiemos e deixemos ir por títulos como "o fio da história", "jardins imaginários", "objectos de vento e luz"... Estas fotografias são de hoje. Pertencem aos "livros e cadernos de viagem". Amanhã o jardim renasce colorido e disponível ( ... bom pertencer-lhe ).
maio 30, 2007
maio 26, 2007
maio 24, 2007
__________________ sol
Maria Gabriela Llansol foi distinguida com o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores com livro amigo e amiga - curso de silêncio . De novo se celebra a qualidade desta escritora, sendo aqui duplo o sentido: "de novo" como continuidade interrupta; "de novo" significando renascer.maio 22, 2007
maio 20, 2007
para que servem os mapas ?
maio 18, 2007
" All children, except one, grow up. They soon know that they will grow up, and the way Wendy knew was this. One day when she was two years old she was playing in a garden, and she plucked another flower and ran with it to her mother. I suppose she must have looked rather delightful, for Mrs. Darling put her hand to her heart and cried, "Oh, why can't you remain like this for ever!" This was all that passed between them on the subject, but henceforth Wendy knew that she must grow up. You always know after you are two. Two is the beginning of the end. "----j
fotos: cartaz no metro de londres, há três dias
maio 16, 2007
maio 12, 2007
maio 11, 2007
maio 10, 2007
who are they ? why....? what...?

o alinhamento de planos e o uso da cor como significante; concorrente - e por isso ampliando
muito o texto - da referencialidade da imagem.
il. sandra poirotte
maio 09, 2007
maio 08, 2007
jogomacaco

depois de saltos e saltinhos, ao pé coxinho e sem pisar o risco, provando tudo o resto no equilíbrio ballético do apanhar da pedra, porque é que chegar ao céu não chega e é na descida e no recomeço eterno da viagem que o jogo é possivel? ( então não lhe chamem céu! )
ps. sabe-se que por isso, a macaca era o jogo infantil preferido de Penélope.
img. alain korkos
maio 06, 2007
life (too much real)
maio 04, 2007
maio 02, 2007
3 vezes feliz ( e depois mais... )

Fazer uma lista... ?!
Não é nada assim que vivo os blogs que constroem meu mundo, nunca foi. É-me artificial. Visito muitos, variados - em género, temáticas, forma de expressão textual, opções gráficas... -. Uns são-me importantes porque vou visitar amigos de "carne e osso", independentemente do resto; outros por tudo, outros por nada; uns porque sim, outros porque calha, porque tropeço a caminho, porque apetece, porque me reconheço e amplifico; uns por afinidade extrema e encontro, outros pelo contrário; uns lentamente, outros sobrevoando; uns todos os dias, outros amanhã depois de anteontem... o meu mundo faz-se de misturas e de sinergias interdependentes nesse começo que sou eu num dado momento, novo de cada vez. Gosto dos acasos, da fluidez ( e por isso sou muito avessa a fixar o que por natureza é e deve ser gesto ). A minha estrutura cresce árvore, sol ou alga miudinha e desta maneira se desenham as minhas viagens nesta comunicação feita assim, que felizmente pode ser feita assim, sem mapa, mas com instinto.
Tendo desenhado, procurando não o fazer ; ) - até para mim própria - como me movo ( e julguei sempre que um ponto final bastaria agora para terminar este post ), estranhamente fico com a sensação de que desta vez não chega: a natureza deste movimento de nomeação ( e que me deu felizes as notícias de que o La Double Vie de Veronique é significativo nos percursos de outros ), obriga-me a responder, como num diálogo; ou a continuar o movimento do novelo ( o que aqui significa isso mesmo ). Alterarei minusculamente as regras: excluo os já acima indicados três blogs, consulto o histórico de hoje relativamente aos blogs que aleatóriamente visitei ( pelas razões mais variadas, volto a subinhar) e indico seis deles (porque gosto do número seis). São "blogs meus", importantes na minha geografia, porque hoje ( ou outra vez hoje ) passei por lá: 1.o fabuloso construtor de atmosferas que já inventámos de outra maneira um amor atrevido; 2.o delicado espaço da minha amiga argentina que não conheço ( mas conheço! ) una flor de papel; 3.as janelas de autor com sol de lisboa dentro( independentemente de morarem na Bélgica, ou de quando mostram chuva ou outro estado de tempo qualquer ), fotografadas em luminosas palavras, ritmo compassado, assumidamente destemido (mas, talvez por isso, ao mesmo tempo pessoal), design que diz, e carrosséis hipnotizadores em f-world; 4.a casa da camilla engman no outro lado da Europa, cheia das ilustrações com que nos cruzámos em Bolonha; 5. o blog de ilustração que, de link em link, por acaso fui lá ter, e "oh que pena é tão curtinho e já está desactivado", katyart: News; ou 6. o capítulo 0 que descobri porque um dia veio espreitar-me.
Pronto! .... ( ai! ) ( um minúsculo véu ).
abril 29, 2007
abril 26, 2007
abril 23, 2007
abril 21, 2007
abril 19, 2007
miaaaaaaaauuuuuu......

gosta dos lugares altos nas paredes da cozinha, onde permanece a maior parte do tempo a imaginar o mundo de cima para baixo.
quando se aborrece, atira-se ao chão, à espera de quem o vá apanhar munido dos habituais primeiros socorros da fita-cola double face ( é uma maneira de conseguir mimo, sem ter de o pedir ou de o dar ).
hoje resolvi colá-lo aqui, não vá ele mudar de estratégia e perceber que a janela da varanda é já ali ao lado.
A dona deste incrível gato chama-se Maria. Tinha seis anos quando ele lhe saltou de dentro da caneta castanha .
abril 17, 2007
abril 13, 2007
guarda-chuva... chapéu de sol... sombra pequenina: sombrinha... paraqueda(s)...

nunca tira o chapéu?
É porque não tem cabelo
ou será porque tem medo,
que lhe caia em cima o céu?
por que razão em português esperamos sempre as quedas no plural?
abril 10, 2007
plantas




foram fotografadas pelo sol num amor longo. o papel roubou-lhes as sombras e guardou-lhes a alma. Só se deixam ser vistas por determinadas pessoas, dizem que muitos poucas, pessoas que têm uns olhos especiais imunes ao negro das sombras. abril 07, 2007
they don't have meetings about rainbows
Cole - [In school] we were supposed to draw a picture, anything we wanted. I drew a man who got hurt in the neck by another man with a screwdriver.
(...) Everyone got upset. They had a meeting. Mom started crying. I don't draw like that any more.
Malcolm Crowe - How do you draw now?
Cole - Draw... people smiling, dogs running, rainbows. They don't have meetings about rainbows.
from sixth sense. bruce willis é malcom crowe, psicólogo infantil.












+de+02gd.jpg)










