

- I daresay you haven't had much practice - said the Queen - When I was younger, I always did it for half an hour a day. Why, sometimes I've believed as many as six impossible things before breakfast."



| via: http://www.facebook.com/thepicturebook |
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"The epic transition that this delicate creature undergoes gives hope as it expends energy on a huge scale to make it happen. Imagine if you would, the whole of your life changing to such an extreme where you are unrecognizable at the end of the transformation offers great hope to me.
"In his most recent series, ‘Vanitas’, Alexander James re-visits the works of the 17th century Dutch Masters. Using period props, food and real insects, he captures carefully staged underwater scenes 'in-camera' without the use of post production, either traditional or digital. Working with subtle distortions of light & movement from the waters own wave energy to create a unique and painterly effect. The subjects appear as if to be floating in a black space that neither interferes nor disrupts the subject matter, the collaboration within this void offering a serene and dreamlike sensation."



De que modo estar atento implica uma imobilidade tensa ou uma pressa que exige,
por dentro, uma lentidão conhecedora? E serão estas duas opções, uma única?
Imobilidade tensa como aquilo que me faz estar parado,
mas com o raciocínio em plena agitação.
E agora a segunda opção. Pressa exterior, sim, por que conhecer é urgente.
Como alguém que não quer sair de uma cidade de dez milhões antes de saber o nome de
cada um dos cidadãos. Ou então, pelo contrário, alguém que não quer sair de uma cidade
com dez milhões de habitantes antes de saber tudo - ou quase tudo o que é possível
por meios humanos - sobre uma única dessas pessoas.
Pressa, sim, porque conhecer é urgente.
E ainda: lentidão conhecedora que existe no meio de uma pressa exterior.
Lentidão conhecedora: lentidão que é lenta na direcção certa, é lenta por que sabe,
não porque se atrase. Eis.
texto de Gonçalo M.Tavares a propósito de Mª Filomena Molder via Livrarias Almedina.

“Ce sont de petites constructions de carton et de peinture, que l’on peut tenir dans une main, et dont on peut voir l’intérieur par une ouverture.
On y voit des intérieurs, des corridors, des sous-sols, des lieux vides ou des chaos kaléidoscopiques … un espace mental, poétique, commun, remémoré, intériorisé. Quand on repose la boîte sur la table, l’image disparaît. Certaines boites représentent des lieux réels ou de rêverie, d’autres ne représentent pas. Certaines sont closes, d’autres ouvertes ou traversées.”
via - img. boite - 2005.
Jean Laube vive e trabalha em Marselha. 






15, 16, 17 Junho 2011 - A não perder a vinda a Portugal e a possibilidade de trabalho com duas incríveis mulheres contadoras de histórias. Diz assim o programa:
" No contexto do congresso Women and the Arts: Dialogues in Female Creativity in the U.S. and Beyond, vai decorrer na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, FLUL, um workshop com a contadoras Laura Simms e Muriel Bloch. Estruturado a partir do conto “The Pigeon Bride”, com uma protagonista que irá recuperar o seu amor através do contar de histórias, este workshop pretende explorar a temática da criatividade feminina no contexto da tradição oral.
O workshop é constituído por duas sessões de trabalho e uma apresentação final.
Horários: workshop - 15 de Junho (17h/18h30), 16 de Junho (17h30/19h),
xxxxxxxxapresentação - 17 de Junho (18h30/19h)
Número máximo de participantes: 20
Valor da inscrição: 40€
Esclarecimentos: Diana Almeida // dianavcalmeida@gmail.com
Inscrições: Daniela Coelho // womenartslisbon@gmail.com "