março 24, 2012

había una vez un cuento que contaba el mundo entero

"Había una vez un cuento que contaba el mundo entero. Ese cuento en realidad no era uno solo, sino muchos más que empezaron a poblar el mundo con sus historias de niñas desobedientes y lobos seductores, de zapatillas de cristal y príncipes enamorados, de gatos ingeniosos y soldaditos de plomo, de gigantes bonachones y fábricas de chocolate. Lo poblaron de palabras, de inteligencia, de imágenes, de personajes extraordinarios. Le permitieron reír, asombrarse, convivir. Lo cargaron de significados. Y desde entonces esos cuentos han continuado multiplicándose para decirnos mil y una veces “Había una vez un cuento que contaba el mundo entero…

Al leer, al contar o al escuchar cuentos estamos ejercitando la imaginación, como si fuera necesario darle entrenamiento para mantenerla en forma. Algún día, seguramente sin que lo sepamos, una de esas historias acudirá a nuestras vidas para ofrecernos soluciones creativas a los obstáculos que se nos presenten en el camino.

Al leer, al contar o al escuchar cuentos en voz alta también estamos repitiendo un ritual muy antiguo que ha cumplido un papel fundamental en la historia de la civilización: hacer comunidad. Alrededor de esos cuentos se han reunido las culturas, las épocas y las generaciones para decirnos que somos uno solo los japoneses, los alemanes y los mexicanos; aquellos que vivieron en el siglo XVII y nosotros que leemos un cuento en la internet; los abuelos, los padres y los hijos. Los cuentos nos llenan por igual a los seres humanos, a pesar de nuestras enormes diferencias, porque todos somos, en el fondo, sus protagonistas.

Al contrario de los organismos vivos, que nacen, se reproducen y mueren, los cuentos, que surgen colmados de fertilidad, pueden ser inmortales. En especial aquellos de tradición popular que se adecúan a las circunstancias y el contexto del presente en el que son contados o reescritos. Se trata de cuentos que, al reproducirlos o escucharlos, nos convierten en sus coautores.

Y había una vez, también, un país lleno de mitos, cuentos y leyendas que viajaron por siglos, de boca en boca, para exhibir su idea de la creación, para narrar su historia, para ofrecer su riqueza cultural, para excitar la curiosidad y llenar de sonrisas los labios. Era también un país en el que pocos de sus pobladores tenían acceso a los libros. Pero eso es una historia que ya ha empezado a cambiar. Hoy los cuentos están llegando cada vez más a rincones apartados de mi país, México. Y al encontrarse con sus lectores están cumpliendo con su papel de hacer comunidad, hacer familia y hacer individuos con mayor posibilidad de ser felices. "

Texto de Francisco Hinojosa( México ), para a mensagem do dia internacional do livro infantil 2012 do IBBY. Gosto muito da felicidade que a ilustração da Yara Kono consegue no Cartaz português da DGLB, bastante contrastada com a do cartaz oficial de Juan Gedoviuos, aqui.

março 06, 2012

( private )

Antes e depois da poética que as imagens proporcionam, penso sobre o "natural" e a ficção que as artes, neste caso a fotografia, fazem acontecer. A instalação e os minutos em a nuvem existiu - in locu a percepção seria bastante menos angélica - e a sua eternização simplificada pela câmera. O azul-céu tão a propósito nas janelas ou nas paredes, o resto do espaço em branco suspenso, ou de forte vermelho a gritar terra. Leis das gravidades e dos cúmulos. Gosto destas ilusões costuradas a linha clara.
Nimbus, do holandês berndnaut smilde, aqui e aqui.

março 01, 2012

quero-o !










..... algumas receitas para sonhar

( da espantosa Isol ): lançado no México, em breve na Argentina. E porque esta matéria não se atraca a geografias nem terras, já, quero-o.
Aqui e aqui para conhecer melhor este livro, na sua espiralada dobra vertical, no rasto brilhante na escuridão.

fevereiro 29, 2012

corrupio

















"jogo de crianças em que se anda à roda velozmente; espécie de cata-vento
de papel; vira-vento; rodopio; redemoinho."
in dicionário Porto Editora
img. Beatriz Milhazes ( em exposição no CAM até 13 de Maio )

fevereiro 26, 2012

paper people

Eyes wide shut / Eyes wide open...
                                                                                                                                                 ⓒ dora

fevereiro 23, 2012

vincitori 2012

Já são conhecidos os livros premiados em Bolonha: 
Mais informações sobre cada título no site da feira.

fevereiro 20, 2012

waldorf education

 
Um recente documentário acerca dos fundamentos base das escolas que seguem a pedagogia de Rudolf Steiner. Sublinho a abordagem concreta, importante num tempo, pelo menos em Portugal, de interpretações eufóricas, muito latas e superficiais coladas à designação Waldorf. Embora possam ser a expressão de um desejo de mudança, de "outra coisa" a nível pedagógico, é bom que se saiba do que se fala quando se dão nomes ao que se diz ( até para que os desejos possam, de facto, acontecer ).

fevereiro 19, 2012

waiting for a baby

                                                                                                                                                 ⓒ dora

fevereiro 10, 2012

namorar (n)o museu







Entrada livre todo este fim de semana no Museu de Arte Popular. O 
programa é variado e feliz. Está todo aqui.

fevereiro 04, 2012

janeiro 28, 2012

era, era !

7 histórias tradicionais contadas e três canções - para ouvir, como deve acontecer neste caso, de boca a ouvido. São 9 narradores, cozinhados por uma editora especializada em audio livros. Podemos espreitar/ouvir aqui, para depois comprar em cd-livro ou em ebook-mp3. E, já agora, não esquecer de percorrer os outros títulos já editados pela Boca. ( Aplauso ).

janeiro 27, 2012

do imaginar

"O deslumbramento é do que se imagina e não do que realizou esse imaginar. Nós pensamos numa terra longínqua e confusamente admitimos que essa distância é sensível quando lá estivermos. Ora quando lá estivermos há o real que desmistifica o imaginário, há o lá, como aqui, num sítio limitado por um horizonte totalmente presente e não tocado da ausência que havia na imaginação. Mesmo os seus elementos característicos que tiver, uma vez realizados, perdem a magia na sua realização. Eis porque precisamos às vezes de rever num mapa a sua localização para de algum modo lhe restaurarmos a distãncia. Tudo se solidifica na concretização do real, tudo se desvanece aí da sua figuração. A grande força do real é a do que está para lá dele, porque toda a realidade é redutora."  
Vergílio Ferreira, Pensar, 1992.

janeiro 10, 2012

Ilustrarte 2012














img. andré da loba 
Inaugura na próxima quinta-feira, às 21h30, no Museu da Eletricidade. São 150 imagens de 50 ilustradores, este ano apresentadas em gavetas de mesas de cabeceira gigantes. Em paralelo, no mesmo espaço, foram organizadas uma exposição antológica de trabalhos de Martin Jarrie e uma mostra de livros do escritor António Torrado. Tudo isto para visitar até 8 de Abril, entre as 10 e as 18h.   
A ler, o texto da Rita Pimenta no Público que oferece estes pormenores e uma mais larga contextualização do evento. 

janeiro 08, 2012

for a truly impossible great new year !



"Alice laughed:
- There's no use trying - she said - one can't believe impossible things.
- I daresay you haven't had much practice - said the Queen - When I was younger, I always did it for half an hour a day. Why, sometimes I've believed as many as six impossible things before breakfast."
 
Descoberta pela mão da Ana Rita que me mostrou a editora Grandes Persones, a minha conhecida Harriet Russel, num livro recente. O eco de umas das mais fabulosas ideias de Carroll no título foi o bastante para querer-lo, depois de o espreitar, claro. Está aqui. Um belo exercício para tornar os dias que correm realmente novos.

dezembro 13, 2011

one hundred

The child
is made of one hundred.
The child has
a hundred languages
a hundred hands
a hundred thoughts
a hundred ways of thinking
of playing, of speaking.
A hundred always a hundred
ways of listening
of marveling of loving
a hundred joys
for singing and understanding
a hundred worlds
to discover
a hundred worlds
to invent
a hundred worlds
to dream.
The child has
a hundred languages
(and a hundred hundred hundred more)
but they steal ninety-nine.
The school and the culture
separate the head from the body.
They tell the child:
to think without hands
to do without head
to listen and not to speak
to understand without joy
to love and to marvel
only at Easter and at Christmas.
They tell the child:
to discover the world already there
and of the hundred
they steal ninety-nine.
They tell the child:
that work and play
reality and fantasy
science and imagination
sky and earth
reason and dream
are things
that do not belong together.
And thus they tell the child
that the hundred is not there.
The child says:
No way. The hundred is there.
Loris Malaguzzi
(translated by Lella Gandini)

img. a book cover by beatrice alemagna

dezembro 11, 2011

fabia's simphony




( bird mates. so glad for it : )

 More fabia schnoor, aqui.

novembro 27, 2011

um mercadinho de inverno especial
















R. da imprensa, nº 20 - Alfragide  - tel: 214713228

novembro 17, 2011

gigantesco invisível


Livro enorme para dizer o que as palavras custam a definir.
Por isso o tamanho, por isso as magníficas imagens de Beatrice Alemagna (o texto é seu também). Apetece abraçá-lo porque a escala de alguns personagens é próxima e torna realista a ilusão tangível de intimidade. Esta proposta, torna-nos  cumplices de um segredo de que ainda não sabemos a resposta e que cada página desdobra em enigmas. Lá para o fim, andaremos perto mas já nos esquecemos de "ganhar" o troféu da adivinha adivinhada: estamos, isso sim, embalados poeticamente, em sintonia mais análoga à atmosfera que a música consegue.
As afinidades de tom deste A Gigantesca Pequena Coisa rimam profundamente com  Depois do Natal, da mesma autora, e que não consigo deixar de lembrar aqui (e agora). Quase impossível dizer melhor a nostalgia fina dessa "estação" vizinha.  
Felicidade é termos estes dois livros editados em Portugal. Excelente o catálogo que a Bag-of-Books está a construir.

novembro 08, 2011

cerejas PT






A imagem da presença portuguesa como pais convidado da próxima Feira do Livro Infantil de Bolonha acabou de nascer no atelier silvadesigners: como - também de comer - as  cerejas. ( And, yes, we like this cherries ).

outubro 31, 2011

winter fairy

Curtis Moffat (1887-1949), 'Dragonfly', about 1930.















outubro 24, 2011

picture book manifesto - USA


We are tired of hearing the picture book is in trouble, and tired of pretending it is not. And so:

WE BELIEVE
- Imitation, laziness, and timidity are poisoning a great art form.
- A picture book should be fresh, honest, piquant, and beautiful.
- Children's books merit grown-up conversation.

- Grown-up conversation doesn't mean asking kids to leave the room.
- We write for children, adults who read with children, and adults who simply enjoy children's books—in that order.
- We should know our history.
- We must cease writing the same book again and again.
- We need a more robust criticism to keep us original.
- The line between author and illustrator is irrelevant. - The line between moral and meaning is paramount.
- It is right that anything a child sees, feels, or thinks be our grist.
- Picture books are a form, not a genre.
- Good design fosters good reading.
- Picture books look best when their covers face outward.
- The tidy ending is often dishonest.
- Even books meant to put kids to sleep should give them strange dreams.

WE CONDEMN
- The term "kid-friendly."
- Convention as crutch.
- Glossy paper as default.
- The amnesiacs who treasure unruly classics while praising the bland today.

WE PROCLAIM
 - Every day we make new children—let us also make new children’s books.


Signed: Mac Barnett, Brian Biggs, Sophie Blackall, Lisa Brown, Kevin Cornell, Carson Ellis, Isol, Laurie Keller, Jon Klassen, Matthew Myers, Tao Nyeu, Sean Qualls, Aaron Renier, Adam Rex, Christian Robinson, Dan Santat, Jon Scieszka, Erin E. Stead, Philip C. Stead, Lemony Snicket, Scott Teplin, Maria van Lieshout.


via: http://www.facebook.com/thepicturebook

outubro 21, 2011

ps. c'est vrai ; )













... da bela dupla de moi j'attends.

she waits....




" Woman is the Sleeping Beauty, Cinderella, Snow White, she who receives and submits. In song and story the young man is seen departing adventurously in search of a woman; he slays the dragon, he battles giants; she is locked in a tower, a palace, a garden, a cave, she is chained to a rock, a captive, sound asleep: she waits."                
simone de beauvoir, the second sex.
img. carll cneut

outubro 12, 2011

a criança e as artes





Curso de Mestrado na Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich: inscrições abertas.

outubro 09, 2011

de composição de outono ( lisboa )


life... underwater

"The epic transition that this delicate creature undergoes gives hope as it expends energy on a huge scale to make it happen. Imagine if you would, the whole of your life changing to such an extreme where you are unrecognizable at the end of the transformation offers great hope to me.
Exploring these themes through the introduction of water; acting as both nurturer and destroyer, it has the power to cleanse and reinvent, or to drown and disappear. Believing that drawing on water’s transient and destructive nature exposes the fragility of life, and the temporary nature of our existence.
This series for me acts as a reflection on life and mortality; it is fleeting, beautiful and ultimately tragic."

"In his most recent series, ‘Vanitas’, Alexander James re-visits the works of the 17th century Dutch Masters. Using period props, food and real insects, he captures carefully staged underwater scenes 'in-camera' without the use of post production, either traditional or digital. Working with subtle distortions of light & movement from the waters own wave energy to create a unique and painterly effect. The subjects appear as if to be floating in a black space that neither interferes nor disrupts the subject matter, the collaboration within this void offering a serene and dreamlike sensation."

Impressionante o trabalho deste fotografo inglês. Ver mais e melhor, aqui.

outubro 06, 2011

publicamente, os livros infantis













como matéria de afectos, relações, projecto artístico e objecto de estudo.
Isso tudo, estes livros.

in revista do jornal Público de 2/10/2011.

setembro 25, 2011

ilustração por todo o lado

Só restam duas vagas para o workshop de fim-de-semana (1 e 2 Outubro) com a Ana Ventura. Todas as informações, aqui.

setembro 09, 2011

to be 1



( to my so dear and lovely baby girl, happy birthday....♥♥♥ !!!! )

setembro 08, 2011

pós-graduação em livro infantil - 4ª edição



Estão abertas as inscrições 2011-2012 para o Curso de Pós-Graduação em Livro Infantil da Universidade Católica. O folheto do curso pode ser consultado aqui.

agosto 24, 2011

padrões de infância
































































Kelly English (via) é a designer americana que recriou os motivos acima. Pertenciam ao seu mundo infantil e foi de memória que evocou cortinas, papel de parede, tecidos de roupas. Para além do impacto estético, é talvez este o dado interessante que nos faz imediatamente viajar ao nosso passado gráfico.

"In an attempt to identify some historical moments of my own design development, I decided to do a project where I recreated some influential textile pa
tterns from my childhood environment. Since these are all developed from memory, I have no doubt they're not very accurate. But it's been exciting to revisit some of these visual memories and notice how they've impacted my current sensibilities. This is a project I hope to continue and expand upon".

agosto 19, 2011

GÁ !!!













her first word: Gá !!!!

agosto 06, 2011

ESTAR ATENTO

De que modo estar atento implica uma imobilidade tensa ou uma pressa que exige,

por dentro, uma lentidão conhecedora? E serão estas duas opções, uma única?

Imobilidade tensa como aquilo que me faz estar parado,

mas com o raciocínio em plena agitação.

E agora a segunda opção. Pressa exterior, sim, por que conhecer é urgente.

Como alguém que não quer sair de uma cidade de dez milhões antes de saber o nome de

cada um dos cidadãos. Ou então, pelo contrário, alguém que não quer sair de uma cidade

com dez milhões de habitantes antes de saber tudo - ou quase tudo o que é possível

por meios humanos - sobre uma única dessas pessoas.

Pressa, sim, porque conhecer é urgente.

E ainda: lentidão conhecedora que existe no meio de uma pressa exterior.

Lentidão conhecedora: lentidão que é lenta na direcção certa, é lenta por que sabe,

não porque se atrase. Eis.


texto de Gonçalo M.Tavares a propósito de Mª Filomena Molder via Livrarias Almedina.

agosto 04, 2011

a box

“Ce sont de petites constructions de carton et de peinture, que l’on peut tenir dans une main, et dont on peut voir l’intérieur par une ouverture.

On y voit des intérieurs, des corridors, des sous-sols, des lieux vides ou des chaos kaléidoscopiques … un espace mental, poétique, commun, remémoré, intériorisé. Quand on repose la boîte sur la table, l’image disparaît. Certaines boites représentent des lieux réels ou de rêverie, d’autres ne représentent pas. Certaines sont closes, d’autres ouvertes ou traversées.”

via - img. boite - 2005.

Jean Laube vive e trabalha em Marselha.

julho 22, 2011

a life story(telling)


( na incrível voz que respirava no corpo de Lhasa.... an organ also for another story )


Transcrição ( via )
"When we are conceived, we appear in our mother’s womb like a little tiny light, suspended in the immense space. And there is no sound – it’s completely dark and time doesn’t seem to exist. It’s like an ocean of darkness.
Then, we grow. And we keep growing and growing and as we grow, slowly we begin to feel things, touch things. We touch the walls of our world that we’re living in. Then we begin to hear sounds and feel shocks that come to us from outside.

As we get bigger & bigger, the distance between ourselves and that outside world becomes smaller and smaller. And…this world that we are inside which seems so huge in the beginning and so infinitely welcoming has becoming very uncomfortable. We are obliged to be born.

Birth is so chaotic and violent that at the moment of our births, we’re all thinking, “This is it – this is death. This is the end of my life.” Then we’re born and it’s a huge surprise because it’s just the beginning. In the beginning we’re very small – the world seems infinitely big. Time seems infinitely long. And we keep on growing, learning how to use our senses, how to touch the contours of the world that we’re in.

Sometimes, mixed in with the sounds and sensations of this world we live in, we hear sounds and feel shocks that come from yet another world. And that other world follows us our whole lives long. As if – something is happening, just on the other side of a very, very thin wall separating us from that other world, much like the womb. But we can forget about it for a long time – sometimes our whole lives – until all of a sudden it comes again.

At the end of our lives, we’re obliged to die. At that point, then, we think we’re really smart. And we think, “This time. I know for sure that this is death. That this is the end. Everybody knows that.” That’s not the end, though…it’s just…the beginning of something else."

( a minha ) menininha



Menininha do meu coração
Eu só quero você
A três palmos do chão
Menininha não cresça mais não
Fique pequenininha na minha canção
Senhorinha levada
Batendo palminha
Fingindo assustada
Do bicho-papão

Menininha, que graça é você
Uma coisinha assim
Começando a viver
Fique assim, meu amor
Sem crescer
Porque o mundo é ruim, é ruim e você
Vai sofrer de repente
Uma desilusão
Porque a vida somente é
Seu bicho-papão

Fique assim, fique assim
Sempre assim
E se lembre de mim
Pelas coisas que eu dei
E também não se esqueça de mim
Quando você souber enfim
De tudo o que eu amei.



Obrigada meus muito queridos senhores das palavras !

julho 20, 2011

sweetheart


Official video for the Wave Pictures EP 'Sweetheart', directed by Ben Reed.
Made entirely out of second hand books.

julho 08, 2011

lovebirthdaypresent : )





















"baci" by valerio vidali
. Merci!