setembro 11, 2017
junho 28, 2017
( )
junho 22, 2017
E então a mãe deu-lhe pão, e deu-lhe leite, deu-lhe carne....
"Every life that you live will give material for fiction. But given that I
do have children, it is that experience of just the simple thing of
seeing life in the round. It’s so dull to say that, but it is
extraordinary to see your childhood replayed, refracted, to see yourself
saying things your parents said, to be in this new relation to death." Zadie Smith
img. carll cneut in António do outro lado do mundo
fevereiro 17, 2017
A de amor
Cuando tenía siete años, tres meses, dos semanas y cuatro días, me enamoré por primera vez.Lo supe cuando a la hora del recreo me vi a mí mismo partiendo en dos mi galleta de miel y dándole uno de los trozos a Gretel, mi compañera de curso.
La mitad que le di fue la más grande y eso, en lugar de importarme, me puso feliz.
"A de amor" anoté en mi cuaderno, pero no supe qué más escribir, así que me quedé mirando a través de la ventana. En unas horas más, ese mismo sol que alumbraba el patio se escondería y todo se pondría naranjo. Como las galletas de miel. Como el verano que anunciaba el final de curso. Como el pelo de Gretel.
In La infancia de Max Bill - texto de María José Ferrada, ilustrado por Rodrigo Marín Matamoros
novembro 27, 2016
( dancing would be ok ... great... wonderful!)
( by yves saint laurent - introducing ballerine shoes )
novembro 10, 2016
"how we spend our days is, of course,
how we spend our life"
Annie Dillard
via brain pickings / img. elena odriozola
how we spend our life"
Annie Dillard
via brain pickings / img. elena odriozola
agosto 13, 2016
agosto 10, 2016
( verão )
algo existe num dia de verão,
no lento apagar de suas chamas,
que me impele a ser solene.
algo, num meio-dia de verão,
uma fundura - um azul - uma fragrância,
que o êxtase transcende.
há, também, numa noite de verão,
algo tão brilhante e arrebatador
que só para ver aplaudo -
e escondo minha face inquisidora
receando que um encanto assim tão trêmulo
e subtil, de mim se escape.
Emily Dickinson
(tradução de Lúcia Olinto)
img. dora
no lento apagar de suas chamas,
que me impele a ser solene.
algo, num meio-dia de verão,
uma fundura - um azul - uma fragrância,
que o êxtase transcende.
há, também, numa noite de verão,
algo tão brilhante e arrebatador
que só para ver aplaudo -
e escondo minha face inquisidora
receando que um encanto assim tão trêmulo
e subtil, de mim se escape.
Emily Dickinson
(tradução de Lúcia Olinto)
junho 10, 2016
abril 30, 2016
março 31, 2016
my shadow ... can.
Sometimes shadows can do things I cannot do.
If there is something I want to and I cannot,
maybe my shadow can do it.
The Shadow Book by Beatrice Schenk de Regniers and Isabel Gordon (photos)
If there is something I want to and I cannot,
maybe my shadow can do it.
março 14, 2016
fevereiro 16, 2016
janeiro 15, 2016
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janeiro 01, 2016
dezembro 31, 2015
ahora contaremos doce
Ahora contaremos doce
y nos quedamos todos quietos.
Por una vez sobre la tierra
no hablemos en ningun idioma,
por un segundo detengamonos,
no movamos tanto los brazos.
Seria un minuto fragante,
sin prisa, sin locomotoras,
todos estariamos juntos
en una inquietud instantanea.
Los pescadores del mar frio
no harian danio a las ballenas
y el trabajador de la sal
miraria sus manos rotas.
Los que preparan guerras verdes,
guerras de gas, guerras de fuego,
victorias sin sobrevivientes,
se pondrian un traje puro
y andarian con sus hermanos
por la sombra, sin hacer nada.
No se confunda lo que quiero
con la inaccion definitiva:
la vida es solo lo que se hace,
no quiero nada con la muerte.
Si no pudimos ser unanimes
moviendo tanto nuestras vidas,
tal vez no hacer nada una vez,
tal vez un gran silencio pueda
interrumpir esta tristeza,
este no entendernos jamas
y amenazarnos con la muerte,
tal vez la tierra nos ensenie
cuando todo parece muerto
y luego todo estaba vivo.
Ahora contare hasta doce
y tu te callas y me voy.
pablo neruda, "a callarse"
img, silvia bolognesi
dezembro 01, 2015
la double vie
Eu não sou eu.
Eu sou aquele que anda ao meu lado sem que eu o veja,
a quem, às vezes, visito e, às vezes, esqueço.
Sou aquele que cala quando falo,
que mansamente perdoa quando odeio,
que vagueia por onde não estou,
que permanecerá de pé quando eu morrer."
Juan Ramon Jimenez
Eu sou aquele que anda ao meu lado sem que eu o veja,
a quem, às vezes, visito e, às vezes, esqueço.
Sou aquele que cala quando falo,
que mansamente perdoa quando odeio,
que vagueia por onde não estou,
que permanecerá de pé quando eu morrer."
Juan Ramon Jimenez
novembro 19, 2015
novembro 15, 2015
o caderno do jardineiro
sou a mãe e a criança misturadas no amor
amo a mim mesma condoída
como a um próximo distante
amo o que neste corpo velho já fui
o bicho também
e assim
o amor se estende às pedras
à árvore vergada de frutos e à água
e é tudo amor por mim mesma
ou será amor
Angela Lago vai lançar seu primeiro livro de poemas
Escritora, ilustradora e tradutora de Rainer Maria Rilke e Emily Dickson, a mineira Angela-Lago, conhecida por seus delicados livros para crianças, estreia na poesia com O Caderno do Jardineiro, no início de 2016, pela SM. Foram os novos ares – desde o ano passado, ela vive na pequena Vila do Biribiri, perto de Diamantina – que a inspiraram a experimentar o gênero. A obra traz 26 poemas sobre flores, com ilustrações que exploram a ideia de transparência e incompletude feitas com base em fotografias. Este poema chama-se "Árvore Vergada".
( via Babel )
Escritora, ilustradora e tradutora de Rainer Maria Rilke e Emily Dickson, a mineira Angela-Lago, conhecida por seus delicados livros para crianças, estreia na poesia com O Caderno do Jardineiro, no início de 2016, pela SM. Foram os novos ares – desde o ano passado, ela vive na pequena Vila do Biribiri, perto de Diamantina – que a inspiraram a experimentar o gênero. A obra traz 26 poemas sobre flores, com ilustrações que exploram a ideia de transparência e incompletude feitas com base em fotografias. Este poema chama-se "Árvore Vergada".
( via Babel )
novembro 13, 2015
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