
janeiro 11, 2011
we

janeiro 10, 2011
janeiro 06, 2011
overcoat et alli in lilliput





" LeDray has been described as “the best-kept secret of the contemporary art world, labouring away for years before completing a sculpture.” via
" LeDray, who was born in Seattle in 1960 and lives and works in New York... The majority of the clothes he makes and transforms into sculptures are small. Too small to wear, but not so small that they seem precious or cute.
And yes, LeDray makes them. All of them. By hand. Himself.
The time LeDray dedicates to the making of his pieces — in some cases as long as three or four years — is as much a conceptual tool as the medium itself. Painstakingly cut, carved, stitched, sewn, and thrown, his sculptures crystallize, through ironic devotion, a sense of pathos.
One stupendous early work (...) consists of 588 handmade objects, all of them small-scale representations of cast-off shirts, shoes, ties, and coats, along with similarly Lilliputian books, magazines, and works of art." excerpts via- In exhibition now at the Whitney Museum.
- Like a Memory: Perspectives on Mens Suits - A short film by Sam Blair.
janeiro 02, 2011
happy NEW YEARS
dezembro 25, 2010
dezembro 20, 2010
dezembro 12, 2010
sobre um poema
Um poema cresce inseguramente
na confusão da carne,
sobe ainda sem palavras, só ferocidade e gosto,
talvez como sangue
ou sombra de sangue pelos canais do ser.
Fora existe o mundo. Fora, a esplêndida violência
ou os bagos de uva de onde nascem
as raízes minúsculas do sol.
Fora, os corpos genuínos e inalteráveis
do nosso amor,
os rios, a grande paz exterior das coisas,
as folhas dormindo o silêncio,
as sementes à beira do vento,
- a hora teatral da posse.
E o poema cresce tomando tudo em seu regaço.
E já nenhum poder destrói o poema.
Insustentável, único,
invade as órbitas, a face amorfa das paredes,
a miséria dos minutos,
a força sustida das coisas,
a redonda e livre harmonia do mundo.
- Em baixo o instrumento perplexo ignora
a espinha do mistério.
- E o poema faz-se contra o tempo e a carne.
Herberto Helder
novembro 25, 2010
M de matilde e de madalena

Roubei da fonte esta dupla-página que a Madalena Matoso fez para a reedição do há tanto tempo esgotado Livro da Tila. Perfeita homenagem à Matilde ( e a nós que habitámos um dia lá longe estes poemas ). M de m a r a v i l h a.
novembro 23, 2010
livros novos

E muita gente sabe o que me interessam as sucessivas versões dos contos tradicionais. Esta é uma óptima escolha da Caminho para os seus catálogos. Um conjunto de 8 histórias clássicas contadas pelas imagens e palavras da experiente Lucy Cousin nos públicos mais pequeninos.Tenho o original inglês, quero agora a versão portuguesa que ainda não folheei mas cujo o título adaptado soa muito bem.
Lisboa-Muji

Great news! - Embora a data anunciada de abertura da loja no chiado ( 17 de Novembro ) não se tenha concretizado. Parece que será esta semana.
Quem esperou tanto tempo, não se importa de esperar mais um bocadinho - digo eu que, entretanto, e apesar da notícia, não consegui sair de Londres na semana passsada sem mais um molho das "minhas" canetas, um magnífico sistema solar de ímanes em madeira pintada para o frigorífico e uns outros pequenos etcs do costume.
Vai ser bom ter esta loja à mão de semear. Os desejos aqui declarados em 2006 acontecem à laia presente de Natal 2010.
Por outro lado... Londres perde-me no exclusivo de uma loja-desejo. Vai haver menos um ritual nesta cidade. O Starbucks também entretanto já chegou. O mundo urbano está cada vez mais igual. Dá jeito, mas é menos poético.
( Bolas!!! Este que era para ser um post borbulhante de júbilo acaba assim ).
novembro 11, 2010
novembro 09, 2010
novembro 01, 2010
outubro 30, 2010
just popped-up


outubro 25, 2010
tum-tum-tum

e não tinha amor nenhum
Meu coração batia mansinho
Tum tum tum
Depois veio você
o meu amor número um
E o meu coração pôs-se a bater
Tum, tum-tum-tum, tum-tum-tum
( roberta sá )
outubro 19, 2010
outubro 18, 2010
rosa e jacinto

outubro 15, 2010
calor
"Não têm o mesmo cheiro por todo o corpo, se bem que todo o corpo cheire bem. Por exemplo, os pés têm o cheiro de uma pedra macia e quente ou de manteiga fresca... E o corpo cheira a panquecas que tenham sido ensopadas em leite. E as cabeças, no cocuruto e na nuca, onde o cabelo forma um remoinho... é aqui que eles têm o cheiro mais agradável de todos. Cheira a caramelo. A partir da altura em que se cheirou essa região do corpo deles, é impossível não os amar, quer sejam nossos filhos ou filhos de outras pessoas."
O Perfume, Patrick Suskind
outubro 14, 2010
The Carousel
outubro 09, 2010
outubro 07, 2010
setembro 07, 2010
born in the U.K.


- The Bookseller -
setembro 05, 2010
verão

Foi um encontro muito bom, feliz. Perfeito prenuncio para os dias próximos da minha vida :)
Apesar de pequenina, a exposição vale a pena - sempre - ser visitada. Até dia 3 de Outubro. Chama-se, apropriadamente, Verão.
ps. Aqui, uma resenha sobre o livro.
setembro 01, 2010
"dibuja una luna y dentro de ella a mi madre"



Um poema* de Jorge Lujan, ilustrado por Mandana Sadat ( sim, a mesma de
El jardín de Babaï ).
Conhecia o livro, não o video. Obrigada, Martina!
agosto 29, 2010
agosto 22, 2010
maladie

img. and text: zoe de las cases
agosto 18, 2010
tea bag revelation


agosto 16, 2010
o cavaleiro azul (almanaque infantil)
Nascimento de uma nova editora espanhola de livros para crianças: El Jinete Azul





















