and never tell anyone
.... Ever.”
paper cut by Rob Ryan
and never tell anyone






" LeDray, who was born in Seattle in 1960 and lives and works in New York... The majority of the clothes he makes and transforms into sculptures are small. Too small to wear, but not so small that they seem precious or cute.
And yes, LeDray makes them. All of them. By hand. Himself.
The time LeDray dedicates to the making of his pieces — in some cases as long as three or four years — is as much a conceptual tool as the medium itself. Painstakingly cut, carved, stitched, sewn, and thrown, his sculptures crystallize, through ironic devotion, a sense of pathos.
One stupendous early work (...) consists of 588 handmade objects, all of them small-scale representations of cast-off shirts, shoes, ties, and coats, along with similarly Lilliputian books, magazines, and works of art." excerpts viaUm poema cresce inseguramente
na confusão da carne,
sobe ainda sem palavras, só ferocidade e gosto,
talvez como sangue
ou sombra de sangue pelos canais do ser.
Fora existe o mundo. Fora, a esplêndida violência
ou os bagos de uva de onde nascem
as raízes minúsculas do sol.
Fora, os corpos genuínos e inalteráveis
do nosso amor,
os rios, a grande paz exterior das coisas,
as folhas dormindo o silêncio,
as sementes à beira do vento,
- a hora teatral da posse.
E o poema cresce tomando tudo em seu regaço.
E já nenhum poder destrói o poema.
Insustentável, único,
invade as órbitas, a face amorfa das paredes,
a miséria dos minutos,
a força sustida das coisas,
a redonda e livre harmonia do mundo.
- Em baixo o instrumento perplexo ignora
a espinha do mistério.
- E o poema faz-se contra o tempo e a carne.
Herberto Helder


E muita gente sabe o que me interessam as sucessivas versões dos contos tradicionais. Esta é uma óptima escolha da Caminho para os seus catálogos. Um conjunto de 8 histórias clássicas contadas pelas imagens e palavras da experiente Lucy Cousin nos públicos mais pequeninos.



