



Já tinha esta (com mosca também) e mais duas ou três noutras edições menos ilustradas, uma delas acrescentada de um cd, ou não fosse um texto lengalenga daqueles que conheço desde pequena.





Passamos pelas coisas sem as ver, gastos, como animais envelhecidos: se alguém chama por nós não respondemos, se alguém nos pede amor não estremecemos, como frutos de sombra sem sabor, vamos caindo ao chão, apodrecidos.
Eugénio de Andrade

img. alfred eisenstaedt







"(...) Parecia-lhe que tinha braços e pernas a mais. Pois quando entrava numa sala tropeçava no tapete, pisava as senhoras e dava sempre uma cotovelada em alguém. Tinha que passar a vida a pedir desculpa.