my morning foto
março 05, 2008
março 04, 2008
fevereiro 29, 2008
para o indizível

(...) quando não há um nome para dizer as coisas, então usam-se as histórias. Funciona assim. Há séculos.
Alessandro Baricco
Alessandro Baricco
img. internationale jungendbibliothek
fevereiro 24, 2008
fevereiro 21, 2008
maria joão worm
"o passado, se aparecesse nos classificados, seria um apartamento que não se aluga nem se pode vender"Sou suspeita. Sempre me revi no silêncio cheio onde o seu trabalho me faz mergulhar. Sempre, tanto!
Desdobro cuidadosamente este livro de guardas aos corações pequeninos e transforma-se em larga folha única, como se de um jornal se tratasse. São classificados que anunciam electrodomésticos. São anúncios que inventam começos e fins de histórias, onde nos misturamos porque revemos animicamente os que foram nossos algum dia, tão mais vivos que os que hoje habitam nas nossas casas.
Mas antes de abrir vezes sem conta este catálogo de máquinas humanizadas com sentimentos pouco domesticados, estive mais perto delas. Até 6 de março, é imperdível a tripla exposição da Maria João :
electrodomésticos classificados + animais domésticos + animais nas lojas.
Queremos, urgente, as outras duas em livro de guardar! É um privilégio conhecer assim a intimidade do mundo.
galeria Monumental
campo mártires da pátria, 101
3ª a sábado 15h - 19.30h
Desdobro cuidadosamente este livro de guardas aos corações pequeninos e transforma-se em larga folha única, como se de um jornal se tratasse. São classificados que anunciam electrodomésticos. São anúncios que inventam começos e fins de histórias, onde nos misturamos porque revemos animicamente os que foram nossos algum dia, tão mais vivos que os que hoje habitam nas nossas casas.
Mas antes de abrir vezes sem conta este catálogo de máquinas humanizadas com sentimentos pouco domesticados, estive mais perto delas. Até 6 de março, é imperdível a tripla exposição da Maria João :
electrodomésticos classificados + animais domésticos + animais nas lojas.
Queremos, urgente, as outras duas em livro de guardar! É um privilégio conhecer assim a intimidade do mundo.
galeria Monumental
campo mártires da pátria, 101
3ª a sábado 15h - 19.30h
fevereiro 19, 2008
fevereiro 18, 2008
fevereiro 16, 2008
Porque voltou a ser como um carrossel, daqueles com cavalos longos que sobem e descem em mastros decorados como bolos maravilhosos cobertos de icing sugar, que depois se soltam e largam a correr selvagens pelo mundo fora - que é dentro de nós -, antes de regressarem perfeitos, é preciso aqui deixar rasto... esta é a viagem que fazemos à volta das palavras na voz da Cristina, no encadeamento que descobre nos poemas que lhe saem do corpo, dos olhos muito vivos nesse corpo, que se prolonga em absoluta perfeição na música que o Fernando faz acontecer como espaço e tempo. Outra vez assim, ontem, atravessando os estados vários disto a que, por falta de outros meios mais exactos, vamos chamando amor. Luminosamente, "Às escuras o amor", com o rigor de todos outros espectáculos de poesia dita da Andante, é um encontro imperdível, pois o amor não se diz, sente-se, generosamente. É isso que ali acontece. fevereiro 13, 2008
o livro do Pedro

Chama-se Maria. É a personagem principal do novo livro de Manuela Bacelar, um livro cheio de afectos e muito luminoso. Nasce para o mundo amanhã na Fnac do Chiado, às 18.30h. Felizmente estarei lá .
fevereiro 11, 2008
Beija-me Depressa!

Muito doces, doces de ovos, em caixa cor de rosa a condizer com o convite/ordem, embrulhado em design dos anos 50. São tradicionais em Tomar, mas podem ser comprados por estes dias de Fevereiro no Chiado.
Cada caixa, com direito a 12 urgentes beijos, custa € 12.
( Apenas não me faz grande sentido a palavra recordação, impressa a bold e num tipo bem maior, na parte lateral das caixas... só pode ter a ver com a rapidez, ou a curta duração dos beijos, uma das duas possibilidades de interpretação de "depressa". Para que não haja equivocos, "Beija-me Já s.f.f" é uma boa solução ).
A VIDA PORTUGUESA
Rua Anchieta 11
Chiado 1000-023 Lisboa
Tel. 21 3465073
Aberta de 2ª a Sábado, das 10h00 às 20h00
Cada caixa, com direito a 12 urgentes beijos, custa € 12.
( Apenas não me faz grande sentido a palavra recordação, impressa a bold e num tipo bem maior, na parte lateral das caixas... só pode ter a ver com a rapidez, ou a curta duração dos beijos, uma das duas possibilidades de interpretação de "depressa". Para que não haja equivocos, "Beija-me Já s.f.f" é uma boa solução ).
A VIDA PORTUGUESA
Rua Anchieta 11
Chiado 1000-023 Lisboa
Tel. 21 3465073
Aberta de 2ª a Sábado, das 10h00 às 20h00
fevereiro 09, 2008
fevereiro 05, 2008
dança

João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou pra tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história.
drummond de andrade
img. teatro viriato
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou pra tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história.
drummond de andrade
img. teatro viriato
fevereiro 02, 2008
janeiro 31, 2008
janeiro 30, 2008
janeiro 26, 2008
janeiro 25, 2008
bird girl (i'm)
first paint a cage
with an open door
then paint
something pretty
something simple
something beatiful
something useful
for the bird
then place the canvas against a tree
in a garden
in a wood
or in a forest
hide behind the tree
without speaking
without moving...
Sometimes the bird comes quickly
but it can also take years
before deciding
Don't be discouraged
wait
wait for years if necessary
the swiftness or slowness of the coming
of the bird having no bearing
on the success of the painting
When the bird comes
if it comes
observe the most profound silence
wait till the bird enters the cage
and when it has entered
gently close the door with a brush
then
rub out all the bars one by one
taking care not to touch any of the bird's feathers
Then paint the portrait of the tree
choosing the most beatiful of its branches
for the bird
paint also the green foliage and the wind's freshness
the dust of the sun
and the noise of insects in the summer heat
and then wait for the bird to decide to sing
If the bird doesn't sing
it's a bad sign
a sign that the painting is bad
but if it sings it is a good sign
a sign that you can sign
so then very gently pull out
one of the feathers of the bird
and write your name in a corner of the painting.
jacques prevert, "how to paint the portrait of a bird"
with an open door
then paint
something pretty
something simple
something beatiful
something useful
for the bird
then place the canvas against a tree
in a garden
in a wood
or in a forest
hide behind the tree
without speaking
without moving...
Sometimes the bird comes quickly
but it can also take years
before deciding
Don't be discouraged
wait
wait for years if necessary
the swiftness or slowness of the coming
of the bird having no bearing
on the success of the painting
When the bird comes
if it comes
observe the most profound silence
wait till the bird enters the cage
and when it has entered
gently close the door with a brush
then
rub out all the bars one by one
taking care not to touch any of the bird's feathers
Then paint the portrait of the tree
choosing the most beatiful of its branches
for the bird
paint also the green foliage and the wind's freshness
the dust of the sun
and the noise of insects in the summer heat
and then wait for the bird to decide to sing
If the bird doesn't sing
it's a bad sign
a sign that the painting is bad
but if it sings it is a good sign
a sign that you can sign
so then very gently pull out
one of the feathers of the bird
and write your name in a corner of the painting.
jacques prevert, "how to paint the portrait of a bird"
janeiro 19, 2008
janeiro 16, 2008
slowlyfullmooning

round pink... mint moons... white giant cloud...............
imense.... plof sound... laugh... again!
being a part-timer at the moon factory: an addictive pleasure.
img. pep montserrat
janeiro 13, 2008
surpresa ! ! !
... e se de repente algumas das palavras que ouvimos num dos programas de rádio de que mais gostamos tivessem sido escritas por nós... ? Também por nós, porque o olhar do Pedro, o dele em particular, reescreve enquanto lê.Assim foi. Perdi-o no dia 6 de Janeiro. Mas como é um programa imperdível ( o dentro de quem faz blogs estabelece pontes directas com quem os tem ), recupero os que não ouço no dia, através do site da Antena1. Fi-lo ontem. O formato era diferente - e eu gosto quando o Pedro Rolo Duarte é centro e escolhe a partir daí, com uma lógica autoral mais evidente de que tenho sempre saudades. Já disso dei conta no ano passado, aqui. Agora liam-se textos de posts em blogs do ano de 2007, alternados com música. De repente, la double vie de veronique estava lá. Feliz, muito surpresa, eu ! ! ! Gosto tanto de fios.
( pergunta minha, já antiga: porque não tem podcast este programa? )
img. betsi walton
( pergunta minha, já antiga: porque não tem podcast este programa? )
img. betsi walton
janeiro 11, 2008
somewhere else

"it is not down
in any map;
true places never are" h. melville
img. isabelle vandenabeele
janeiro 08, 2008
antropologia
Como não queria que a intensidade do meu amor afugentassse a Cotovia, fingi indiferença. Comecei a temer que a táctica não estivesse a dar resultado; parecia aborrecida na minha companhia, não parava de olhar para o relógio, como se estivesse imapaciente por ir para outro sítio muito melhor. Mesmo assim, combinávamos sempre distraídamente novo encontro. Quando, enfeitiçado, sugeri, como quem não quer a coisa, que nos casássemos, encolheu os ombros e, bocejando, disse: - Já agora. Não podia acreditar na minha sorte. O homem perguntou-nos se estávamos preparados para nos amaramos e ampararmos mutuamente para sempre. Cotovia respondeu-lhe "porque não?" e eu disse-lhe que "achava que sim".Dan Rhodes,
A namorada portuguesa e outras 100 histórias.
Gosto especialmente do tempo que as vírgulas fazem aqui, coreografando em namoro o momento da sugestão. Gosto do que vejo como dança no corpo dos personagens, a partir do ritmo dentro-sinto/fora-ajo "como quem não quer a coisa".
Depois, o resto das histórias, as outras 100. Cada uma com 101 palavras, 1 palavra como título, organizadas alfabeticamente a partir dele ( na versão inglesa ). Sim, era demasiado proposta a la "creative writing workshop", que me irritou assim à primeira; mas no caso - porque as li todas, esqueci-me logo disso. É certo que gosto especialmente de formas breves na escrita, pela exigência. Mas há aqui alguma coisa daquilo que andamos a falar acerca do que pode ser a literatura, e não só numa ou duas histórias; o fôlego mantém-se e com ele o sorriso de nos irmos reconhecendo cubisticamentede, de namorada para namorada, nisto do que é querer ser um "a dois" . Só não percebo a opção localista do título... demasiado linear pegar noutro título de um dos contos só porque "o nacional" está lá. Sobretudo quando estamos a editar uma proposta desta natureza que usa milimetricamente cada palavra. Perde-se o que diz (sobre tudo que se fala), precisamente, numa palavra. Antropologia era só também a que inaugurava o indíce. Tão custosa deve ter sido encontrar a fórmula; vem a namorada portuguesa e estraga tudo. mais 4.
janeiro 05, 2008
je te............
je te lune tu me nuage
tu me marée haute
je te transparente
tu me pénombre
tu me translucide
tu me château vide
et me labyrinthe
tu me paralaxe
et me parabole ...
my foto; excerto de poema no espectáculo:
L'echo de mon corps répété dans le batement d'une aile murmurante
janeiro 03, 2008
o jogo da liberdade da alma
Se o toque não for decidido,
e o medo nos invadir,
não terei palavras para lho dizer.
Como dizer que uma lâmpada se funde inesperadamente
que um prato cai sem darmos por isso, quando isso é a própria queda,
que uma voz desaparece repentinamente de nos falar
que um afecto é, de facto, tudo (mas não de tudo quanto o prende)
que teria gostado de escrever romances
se o tempo não existisse
que se o toque fosse indiferente apenas existiriam atributos
ou, se preferes, enquanto acaricias esse espaldar só haveria vestidos,
e o corpo onde o deixarias
sem ter, sequer, a noção de afecto a quem o dar,
não olhes para mim com esse olhar.
Sem uma memória decidida,
as coisas desconhecidas flutuam.
Sim, imagino.
Disse-lhe, soletrando todas as letras,
o cheiro fasto que se desprende do espaldar é de um homem,
odor denso, de um homem incómodo, embaraçoso, opaco.
"Quem gostarias de ver a teu lado?"
maria gabriela llansol
e o medo nos invadir,
não terei palavras para lho dizer.
Como dizer que uma lâmpada se funde inesperadamente
que um prato cai sem darmos por isso, quando isso é a própria queda,
que uma voz desaparece repentinamente de nos falar
que um afecto é, de facto, tudo (mas não de tudo quanto o prende)
que teria gostado de escrever romances
se o tempo não existisse
que se o toque fosse indiferente apenas existiriam atributos
ou, se preferes, enquanto acaricias esse espaldar só haveria vestidos,
e o corpo onde o deixarias
sem ter, sequer, a noção de afecto a quem o dar,
não olhes para mim com esse olhar.
Sem uma memória decidida,
as coisas desconhecidas flutuam.
Sim, imagino.
Disse-lhe, soletrando todas as letras,
o cheiro fasto que se desprende do espaldar é de um homem,
odor denso, de um homem incómodo, embaraçoso, opaco.
"Quem gostarias de ver a teu lado?"
maria gabriela llansol
janeiro 01, 2008
dezembro 31, 2007
dezembro 29, 2007
tu nunca foste ao fundo do mar...

tu és da terra e se fosses ao fundo do mar morrias afogado.
Mas eu sou uma menina do mar. O mar é a minha terra. Tu se vieres para o mar afogas-te. E eu se for para a terra seco. Não posso estar muito tempo fora de água. Fora de água fico como as algas na maré vaza.
- Que pena que eu tenho de não te poder mostrar a terra! – disse o rapaz.
- E eu que pena tenho de não te poder levar comigo ao fundo do mar para te mostrar as florestas de algas, as grutas de corais e os jardins de anémonas!
excertos colados de sophia, a menina do mar
img. anne herbauts
Mas eu sou uma menina do mar. O mar é a minha terra. Tu se vieres para o mar afogas-te. E eu se for para a terra seco. Não posso estar muito tempo fora de água. Fora de água fico como as algas na maré vaza.
- Que pena que eu tenho de não te poder mostrar a terra! – disse o rapaz.
- E eu que pena tenho de não te poder levar comigo ao fundo do mar para te mostrar as florestas de algas, as grutas de corais e os jardins de anémonas!
excertos colados de sophia, a menina do mar
img. anne herbauts
dezembro 25, 2007
dezembro 24, 2007
dezembro 23, 2007
dezembro 21, 2007
solstício

do latim> paragem de sol: momento em que no seu movimento aparente em relação ao eixo da terra, o sol se detém para iniciar o movimento contrário.
A aprender: os movimentos são apenas e sempre aparentes. Mesmo assim, duas vezes ao ano há-que quebrar as rotas, rumar diferente, ao contrário - diferente de ir para trás. Não servem os mapas, nem as bússolas ... a cartografia parece da ordem do instinto, dançando, como um, a dois.
Hoje começa o Inverno... mergulhar dentro bastará para guardar-me deste frio e fazer líquida a música gelada que custo a perceber?
O que diz disso a terra? Ou a lua?...
A paragem é o lugar assinalado em que se espera que o caminho que elegemos nos leve. Redondo para mim, por favor, avançando sábio com o sol.
img. mia's stories
Hoje começa o Inverno... mergulhar dentro bastará para guardar-me deste frio e fazer líquida a música gelada que custo a perceber?
O que diz disso a terra? Ou a lua?...
A paragem é o lugar assinalado em que se espera que o caminho que elegemos nos leve. Redondo para mim, por favor, avançando sábio com o sol.
img. mia's stories
dezembro 19, 2007
dezembro 16, 2007
dezembro 15, 2007
dezembro 12, 2007
caminhar até mim é ir até onde?

porque as palavras às vezes surgem, de repente juntas, como estrada que nos diz
agora, guardo em título estas do paulo josé miranda que me encontraram aqui.
il.elena odriozola
dezembro 11, 2007
dezembro 07, 2007

Quando eu nasci...
Foi inventado pela Isabel Minhós Martins e pela Madalena Matoso num planeta chamado
Tangerina. Nasce para o mundo no Domingo, ao mesmo tempo de A grande invasão,
outro livro deste planeta.Tenho a sorte de estar lá perto, entre as árvores e os pássaros,
para celebrá-lo.
( clicar na imagem abaixo )

dezembro 01, 2007
novembro 29, 2007
novembro 27, 2007
yo bien, tú bien?
Mi abuelo no sabía leer, tampoco sabía escribir. Sin embargo, era conocido Por las historias que contaba. Él encendía, rodeado de críos, las fogatas de San Juan. La caligrafía de mi padre era inclinada, elegante. Tejía el papel con precisión, Como si esculpiera sobre la pizarra. Todavía tengo la postal que envió desde la mili: "Yo bien, tú bien, mándame cien". Nosotros mandamos mensajes electrónicos. Es cierto: en tres generaciones hemos recorrido un largo trecho en la historia de la escritura. De todas formas, las preocupaciones, los miedos son los mismos de siempre, y lo seguirán siendo: "Yo bien, tú bien?"
(img.sem referência de autor)
novembro 23, 2007
sometimes i think, sometimes i am

on my very urgent wish list! Não preciso sequer de o ver por dentro ( raríssimo em mim num livro ). É dela, o primeiro para adultos - como se os outros também não fossem. Cinco capítulos: 'Devils and Angels', 'Love', 'Colour', 'Myth' and 'The Absurd' a partir de aforismos e citações que a inspiram: de Dante e Goethe a Calvino e Beckett. Depois, o mundo passa a chamar-se fanelli e não é preciso dizer mais.
novembro 21, 2007
das representações
Se com a pena desenho sobre uma folha de papel a silhueta de um cavalo reduzindo-a a uma linha contínua e elementar, qualquer um estaria disposto a reconhecer um cavalo nesse desenho; no entanto, a única propriedade que o cavalo tem do desenho ( um traço negro contínuo ) é a única propriedade que um autêntico cavalo não tem.img. tracy edwards
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